Crédito: Divulgação / FGF
Com um diálogo franco e transparência. assim tem sido as medidas adotadas pela Federação Gaúcha de Futebol desde o início do enfrentamento ao coronavírus.
Com a suspensão das atividades na sede física, videoconferências são realizadas sistematicamente para alinhar ações que minimizem os impactos da pandemia sobre o futebol no Rio Grande do Sul. Especialistas internos e externos são consultados pela direção da FGF para dar embasamento técnico às discussões que transitam entre questões sanitárias, jurídicas, econômicas e desportivas.
A Federação tem feito consultas à CBF e aos órgãos governamentais e autoridades da área da Saúde regularmente. Também são mantidas conversas com os filiados e as entidades que representam os atletas/empregados em clubes esportivos e os profissionais de mídia.
Comercialmente, a paralisação das competições exigiu remanejo em contratos publicitários e negociações com a emissora que detém os direitos de transmissão do principal campeonato do Estado.
A partir dos contatos realizados diariamente, decorreram ações que estão sendo colocadas em prática. Como a elaboração do protocolo com medidas de segurança que foi entregue ao governador Eduardo Leite para análise. Nesse sentido, é possível acrescentar a aquisição, por meio de parcerias, de testes de diagnóstico do COVID-19 e de 5 mil máscaras de proteção.
A Federação também viabilizou a contratação de uma empresa especializada para realizar o descarte apropriado dos equipamentos de proteção individual que serão utilizados quando da retomada dos jogos. Conforme a legislação, resíduos classe I são considerados perigosos à saúde.
A definição de uma alternativa no calendário para o pleno andamento da disputa do Gauchão Ipiranga 2020 e da Divisão de Acesso 2020 e a criação de grupos de discussão junto a lideranças do futebol feminino e das categorias de base são preocupações igualmente dignas de registro.
Ao quadro funcional da Federação foram aplicadas medidas trabalhistas - MP 927/2020 e MP 936/2020 – visando, sobretudo, a manutenção dos empregos. A essas normativas do governo federal, soma-se a decisão do presidente Luciano Hocsman para que fosse adotado o modelo de home office pelos colaboradores por tempo indeterminado.
Rigorosamente todas as deliberações apresentadas estão alinhadas ao princípio de responsabilidade e ao dever de cautela que norteiam a entidade máxima do futebol gaúcho. Seja com clubes, sindicatos, imprensa, parceiros comerciais ou funcionários. Somente com o ajuste dos parâmetros é possível garantir a segurança e salvaguardar os direitos de todos diante de um cenário de excepcionalidade.
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